DER – Diálogo, Escuta e Reflexão.
Espaço de partilha e aprendizagem voltado à formação continuada. Foco no diálogo formativo, escuta sensível e a reflexão sobre as práticas.
O início do ano letivo no 6º ano traz sempre um desafio conhecido pelas escolas: a chegada de estudantes que, por diferentes trajetórias, ainda apresentam defasagens no processo de alfabetização e letramento. Ler, interpretar, localizar informações, compreender textos e imagens ainda não é algo consolidado para todos — e isso impacta diretamente a aprendizagem em Geografia e demais componentes curriculares.
Diante desse cenário, é fundamental lembrar que a alfabetização e letramento não é responsabilidade exclusiva da Língua Portuguesa. Os demais componentes curriculares também podem contribuir de forma intencional e planejada.
É nesse contexto que o material “Memórias, Caminhos e Descobertas: Sociedade e Natureza”, composto por cinco livros dos Anos Iniciais, se mostra um importante aliado para os professores do 6º ano.
📚 Um material que atravessa etapas e constrói pontes
Os volumes de Memórias, Caminhos e Descobertas foram pensados para os Anos Iniciais, mas dialogam diretamente com habilidades essenciais que continuam sendo exigidas no Anos finais do Ensino Fundamental, especialmente para alunos em processo de recomposição da aprendizagem.
Com textos acessíveis, linguagem clara, imagens significativas e propostas investigativas, o material permite que professores do 6º ano:
retomem habilidades básicas de leitura e escrita;
trabalhem conceitos estruturantes das áreas de Geografia, História e Ciências;
ofereçam apoio aos estudantes com defasagem, sem infantilizar as práticas.
🗺️ Geografia e a alfabetização cartográfica
Na Geografia, o material contribui diretamente para a alfabetização e o letramento cartográfico, fundamentais para o 6º ano. Os livros possibilitam trabalhar, de forma gradual:
leitura e interpretação de mapas, plantas e esquemas;
noções de localização, orientação e representação do espaço;
relação entre espaço vivido, sociedade e natureza;
compreensão de legendas, símbolos e escalas simples.
Essas habilidades são base para que o estudante consiga avançar nos conteúdos do currículo do 6º ano, como território, paisagem, lugar e espaço geográfico.
🔍 Diagnóstico, articulação e recomposição
No início do ano, após a realização de avaliações diagnósticas, o uso desse material pode compor estratégias de recomposição das aprendizagens, articulando diferentes componentes curriculares.
Quando Geografia, História e Ciências assumem esse papel formativo, a escola:
amplia as oportunidades de aprendizagem;
evita que a defasagem se concentre em um único componente;
fortalece o trabalho colaborativo entre professores;
garante que o aluno avance com mais segurança no currículo do 6º ano.
Receber os estudantes do 6º ano é, antes de tudo, acolher suas trajetórias. Materiais como Memórias, Caminhos e Descobertas nos lembram que ensinar também é construir caminhos possíveis, respeitando tempos, ritmos e histórias.
Quando a escola inteira se compromete com o processo de alfabetização — em todas as áreas — ninguém fica para trás.
Dois dias de formação, troca de experiências e fortalecimento do Programa de Ensino Integral
Durante a Imersão PEI 2026 – URESAN, realizada nos dias 27 e 28 de janeiro, vivenciamos dois dias intensos de formação, reflexão e compartilhamento de práticas voltadas ao fortalecimento do Programa de Ensino Integral nas escolas da região.
O primeiro dia foi marcado por uma palestra de período integral com Jorge Guzzo, grande referência e profundo conhecedor do Programa de Ensino Integral, que trouxe reflexões consistentes, provocadoras e alinhadas aos princípios e desafios do PEI. Além disso, ao longo da Imersão, tivemos a realização de quatro oficinas formativas e a apresentação de boas práticas desenvolvidas pelas próprias escolas, fortalecendo a aprendizagem entre pares e a valorização do trabalho que já vem sendo construído na rede.
A Imersão contou ainda com a presença da Dirigente Regional de Ensino, Vanessa Dias, da CEC Marjory Oliveira e da Supervisora de Ensino responsável pela pasta do PEI, Amanda Blank, cuja participação reforçou a importância do momento formativo e o compromisso institucional com a consolidação do Programa.
Dentro desse contexto, tive a oportunidade de ministrar, junto com Bruno Branquinho (CGPG da EE Luiza Macuco) e Ricardo Ferreira (PAC da EE Gracinda Maria Ferreira), a oficina “Recomposição e Nivelamento”, voltada à reflexão pedagógica a partir da análise de erros e acertos dos estudantes.
De forma lúdica e colaborativa, os participantes elaboraram um Plano de Recomposição e Nivelamento utilizando cartões (cards) coloridos, que organizavam visualmente informações essenciais do processo pedagógico. A partir da escolha de uma questão — de Geografia, História ou Matemática —, as equipes analisaram o tipo de erro apresentado pelos estudantes, classificando a questão como simples, mediana ou avançada. Em seguida, identificaram a taxonomia de Bloom e a habilidade correspondente, aprofundando o olhar sobre o nível cognitivo envolvido.
Outro momento importante da oficina foi a análise das três alternativas da questão. Os participantes refletiram sobre os motivos do acerto ou do erro, utilizando cards explicativos para compreender o que cada alternativa revelava sobre o raciocínio do estudante. A partir disso, com o apoio de post-its, construíram possíveis encaminhamentos pedagógicos para cada tipo de resposta.
As escolas estavam organizadas em equipes com CGPG e diretor, e, em alguns casos, também com o vice-diretor, o que fortaleceu o diálogo e a tomada de decisão coletiva. Ao final, cada grupo saiu da oficina com um plano de nivelamento estruturado, construído a partir dos cards, das reflexões e das trocas realizadas ao longo da atividade.
Foi um momento potente de aprendizagem, colaboração e alinhamento pedagógico, reafirmando que olhar para os dados com intencionalidade é essencial para garantir o avanço real das aprendizagens.
Entre diagnósticos, intencionalidade pedagógica e trabalho colaborativo
Encerrar o ano participando da Quinzena de Formação dos PECs de Desenvolvimento Curricular, na área de Ciências Humanas, foi uma experiência potente, formativa e, acima de tudo, profundamente humana. A formação, realizada na EFAPE, reuniu PECs de diferentes territórios, trajetórias e momentos profissionais, todos unidos pelo compromisso com o currículo, com a aprendizagem dos estudantes e com o fortalecimento da prática pedagógica nas escolas.
A proposta formativa foi estruturada a partir do Percurso Bloom Game, uma abordagem inspirada na Taxonomia de Bloom, que nos convidou a refletir, de forma prática e estratégica, sobre os níveis de complexidade cognitiva envolvidos no ensino e na aprendizagem. Ao longo do percurso, articulamos a leitura das avaliações diagnósticas, o uso do Currículo Priorizado e a exploração dos materiais digitais, sempre com o olhar atento às necessidades reais das turmas.
Mais do que analisar dados, fomos provocados a interpretar contextos: identificar onde a aprendizagem precisa ser recomposta, onde é necessário investir em recuperação e onde há espaço para aprofundamento. Essa leitura sensível dos diagnósticos orientou todo o trabalho desenvolvido ao longo da quinzena.
Organizados em salas temáticas e grupos colaborativos, realizamos estudos de caso, discutimos desafios concretos do cotidiano escolar e elaboramos planos de ação e propostas de aula alinhadas às evidências de aprendizagem. Cada etapa reforçou a importância da intencionalidade pedagógica: ensinar não é apenas cumprir conteúdos, mas planejar com clareza o que se espera que o estudante pense, compreenda, analise e produza.
A formação foi encerrada com uma plenária final, marcada por escuta, partilha e reflexão coletiva. Nesse momento, ficou evidente a força do trabalho colaborativo e o quanto a Taxonomia de Bloom, quando bem compreendida, pode ser uma aliada potente na organização do ensino e na qualificação das práticas pedagógicas nas escolas.
Como registro desse percurso, um breve trailer foi compartilhado, captando não apenas a dinâmica da formação, mas também o espírito de parceria, diálogo e construção coletiva que esteve presente do início ao fim.
Chego a este espaço e a este grupo com gratidão. Agradeço, de forma especial, à PEC Juliana, da URE Pirassununga, pela acolhida, pelas fotos compartilhadas e pela generosidade em abrir caminhos e conexões.
Este relato também acontece em um momento sensível para muitos PECs, em que processos de avaliação seguem em andamento e os caminhos profissionais podem se reorganizar — seja por recondução, novos desafios ou encerramento de ciclos. Por isso, mais do que resultados, esta formação reafirma a importância do respeito às trajetórias, do acolhimento e da compreensão de que não se trata de competição, mas de construção coletiva em favor da educação pública.
Fica o sentimento de fechamento de ano com propósito: reconhecendo o que foi construído, valorizando cada contribuição e renovando as esperanças para o próximo ciclo. Que sigamos fortalecendo o currículo, as Ciências Humanas e, principalmente, o sentido do nosso fazer pedagógico. ✨📚
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
🌟✨ “A Jornada Encantada das Escolas de Potencial Transformador – Um Conto de Natal, Recomposição e Esperança para 2026” ✨🌟
Compartilho este texto como um fechamento simbólico e afetivo do nosso semestre de recomposição pedagógica, em formato de conto natalino. Que ele possa transmitir a energia e o espírito de união que formam a essência do nosso trabalho diário e o valor da nossa jornada coletiva.
Meus queridos coordenadores, professores, gestores e estudantes da URESAN…
Que este tempo de conselhos de classe, balanços e encerramentos nos permita olhar para trás com gratidão — e para frente com esperança. 🎄✨
A Jornada 90 Dias SAEB + SARESP não foi apenas um plano: foi uma obra de recomposição, onde cada escola recontou sua própria história e resgatou aprendizagens, vínculos, rotinas e sonhos.
Um conto real — e ao mesmo tempo encantado — narrado em 10 capítulos.
📖 1. EE Archimedes Bava — Quando o Acolhimento Recompõe a Confiança
No Bava, a recomposição começou com acolhimento em que a Equipe Gestora dizia: “Você é importante aqui.” ☕✨
A seriedade da coordenação e a força da comunidade esportiva criaram um ambiente em que cada estudante se sentia preparado para avançar.
Não eram os equipamentos que guiavam o processo — era a criatividade recompondo caminhos, transformando cada desafio em oportunidade de construção coletiva.
📖 2. EE Roberto Amaury Galliera — Recompor é Organizar, Cuidar e Inovar
O Galliera, gigante em tamanho e em coração, mostrou que escolas grandes também recompõem com delicadeza.
Coordenadoras incansáveis transformaram listas, simulados e tarefas em trilhas de aprendizagem intencionais, dando forma clara ao percurso dos estudantes.
Mesmo diante de dias intensos, a escola nunca perdeu o rumo: recompôs rotinas, reorganizou rotas e fortaleceu vínculos, provando que constância é sua maior força. ✨
📖 3. EE Navegantes — A Arte de Recompor Aprendizagens com Alegria
No Navegantes, a recomposição veio na forma de ludicidade.
Jogos, acolhidas, leituras coletivas e práticas criativas deram cor ao que antes parecia difícil 🌊📚.
As crianças dos Anos Iniciais trouxeram reflexões profundas sobre alfabetização, e os estudantes dos Anos Finais e Ensino Médio mostraram maturidade ao reproduzir conteúdos essenciais.
Ali, recompor significou brincar, estudar, experimentar — e acreditar.
📖 4. EE Barnabé — A Constância que Recompõe Caminhos
No Barnabé, todos os dias eram dias de recompor.
Alinhamentos constantes, orientações claras, diálogo aberto e escuta ativa transformaram a rotina em desenvolvimento contínuo 🍃📘.
Na roda de conversa do SAEB, os estudantes mostraram o quanto cresceram, como compreenderam o processo e como se sentiram acolhidos ao longo do percurso.
A recomposição aqui é ritmo — firme, bonito e coletivo.
📖 5. EE Afonso Schmidt — Recompor com Organização e Criatividade
No Schmidt, cada detalhe ganha vida.
A organização da coordenação, alinhada às práticas inovadoras dos professores, trouxe consistência ao trabalho pedagógico ✨📐.
Os estudantes falaram com brilho nos olhos sobre como OE, SP em Ação e os roteiros de estudo contribuíram para a caminhada.
E quando disseram “a prova estava até tranquila”, ficou claro: a recomposição deu certo porque foi bem construída.
📖 6. EE João Carlos do Rosário Lopes — O Porto que Recompõe Todo Mundo
Na querida JC, a recomposição foi um grande gesto de cuidado.
Vídeos motivacionais, ATPCs fortalecidas, equipe gestora presente, professores dedicados… tudo fluía como quem sabe que a aprendizagem precisa de estrutura e afeto 🎥✨.
Ali, cada prática reforçava o sentido de pertencimento.
Recompor virou sinônimo de caminhar juntos — no mesmo barco, no mesmo ritmo, na mesma maré de esperança.
📖 7. EE Praia de Boraceia — Quando Disciplina e Alegria Recompõem Voos
Na Boraceia, a recomposição tem cheiro de mar e alma de comunidade.
As listas de exercícios bem elaboradas, as orientações intencionais e o espírito coletivo tornaram a evolução dos estudantes visível e celebrada 🌞📘.
Toda a equipe se dedicou com leveza e propósito, mostrando que disciplina e alegria dançam muito bem juntas.
E assim, a recomposição virou movimento: fluido, sólido e bonito.
📖 8. EE Waldomiro Mariani — Recompor é Acolher e Iluminar Caminhos
No Waldomiro, acolhimento é método.
E acolher, ali, significa recompor — aprendizagens, vínculos, autoestima 💛.
A Equipe Gestora comprometida, os professores orientados e a construção cuidadosa das rotinas transformaram cada plano em crescimento real.
A escola mostrou que recompor não é correr atrás do que faltou; é valorizar o que floresceu.
📖 9. EE William Aureli — A Organização que Recompõe Potências
No Willian, a recomposição brilhou em forma de organização.
Cada decisão coletiva, cada busca ativa, cada orientação pedagógica tornou-se ferramenta de evolução ✨🎄.
Os materiais da SEDUC ganharam protagonismo: listas, planos, SP em Ação, tarefas digitais — tudo usado com foco e carinho.
E quando organização encontra engajamento, recompor vira possibilidade real de transformação.
📖 10. EE Zulmira Campos — O Sorriso Coletivo que Recompõe Esperanças
O Zulmira é pura potência.
A recomposição aqui acontece com leveza, bom humor, união e acolhida 🌟📘.
Os kits motivacionais, os gestos de incentivo, as mensagens positivas e o envolvimento da equipe só reforçaram o quanto a escola sabe cuidar de suas pessoas — e isso se reflete nos estudantes.
Recompor, no Zulmira, é sorrir juntos, caminhar juntos e vencer juntos.
🌟 Epílogo — Todas as demais Escolas da URESAN: Nosso Coral de Recomposição
Nenhuma escola ficou de fora deste conto.
Cada uma, à sua maneira, recompôs aprendizagens, rotinas, vínculos e esperanças.
As escolas de Anos Iniciais brilharam na busca ativa e presença, fortalecendo a base que sustenta tudo ⚽📚.
As demais escolas da rede caminharam com coragem, fé pedagógica e determinação.
Somos um coral — e recompor é cantar afinados.
🎄✨ Estrelas-Guia da Jornada
Três presenças iluminaram esta travessia:
⭐ Vanessa Dias — firmeza humana que norteia e inspira.
⭐ Niljane Figueiredo — sabedoria que ajusta o rumo com cuidado e presença.
⭐ Marjory de Oliveira — sensibilidade que acolhe, integra e ilumina novas possibilidades.
A vocês, nossa gratidão eterna.
A cada supervisor, PEC, gestor e professor — nossa reverência.
🌠 O Clímax: A Espera Boa de 2026
Agora, com o coração sereno, esperamos 2026.
Não como quem aguarda um milagre, mas como quem plantou e sabe que irá colher.
A recomposição foi feita com intencionalidade, carinho e constância.
E isso não falha. ✨
✨ Uma Nota Final — Sutil e Cheia de Cuidado
Que o próximo ano permita continuidade ao que deu certo, expansão ao que precisa crescer e espaço para que cada profissional continue contribuindo naquilo que tem de melhor.
E, se a jornada seguir viva, deixo registrado — com humildade e esperança — meu desejo de continuar caminhando com vocês, recompondo, reconstruindo e renovando.
🎆 Feliz Natal, Feliz Ano Novo e Feliz Jornada que Virá! 🎆
Escutas, percepções e aprendizados dos estudantes no SAEB e no SARESP 🎒📊
Nas últimas semanas, percorri diversas escolas da URESAN para conduzir Rodas de Conversa com estudantes que participaram do SAEB e do SARESP. Ouvi relatos atentos sobre suas percepções, aprendizados, desafios e conquistas. 🗣️📚
À luz da Jornada do Herói, cada escola trouxe um capítulo singular deste grande épico pedagógico que estamos vivendo juntos. 🌟
Trailer da Jornada URESAN: SAEB + SARESP:
🎞️
O Chamado — Waldomiro Mariani 📣
Na EE Waldomiro Mariani, a jornada começou com emoção.
Os estudantes relataram como o cuidado da professora Jane nas explicações ajudou a reconhecer situações da prova.
Um aluno disse: “Parecia que ela estava lá com a gente, professor Marcelo.” 💛
O reconhecimento foi tão verdadeiro que Jane foi promovida a coordenadora — celebrada como guia da jornada.
Aqui nasce o chamado: perceber que o conhecimento construído faz diferença real. ✨📘
Primeiros Passos — Azevedo Júnior 🚀
No Azevedo Júnior, os estudantes do 9º ano disseram que a prova foi tranquila.
Destacaram as OE e o papel do São Paulo em Ação na clareza dos descritores, conectando aulas, Tarefas Digitais, simulados e Prova Paulista.
O herói entende: eu tenho as ferramentas certas. 🔧📚
O Mentor — Jacinto Narducci 🧭
Os estudantes valorizaram a didática clara e calma da professora de Língua Portuguesa.
Elogiaram também os gráficos de Matemática, a compreensão das partes do texto e o material estruturado.
Mesmo desejando um cronograma menos denso, reconheceram que tudo serviu de preparação consistente.
Aqui, o mentor ilumina o caminho. 💡✨
A Força do Grupo — Júlio Conceição 🤝🔥
Nesta escola, o destaque foi contundente:
✨ Os Aulões SAEB fizeram TODA a diferença.
Eles revisaram pontos essenciais, reforçados pelo São Paulo em Ação e pelas Tarefas Digitais.
O herói descobre seus aliados e entende que não está sozinho. 🫂🌟
Desafios e Superação — Lincoln Feliciano 🏔️💪
Aqui vemos a força da comunidade escolar:
A ausência temporária das aulas de Matemática exigiu reorganização.
Com união e criatividade, a equipe estruturou mutirões para as Tarefas Digitais. 🖥️🤝
Mesmo com um pequeno percalço em uma das aplicações, os estudantes reconheceram que todo o ciclo dos Anos Finais construiu base sólida, e os simulados serviram como âncoras.
O herói entra na caverna mais profunda — e encontra força naquilo que foi construído coletivamente. 🕯️🌱
Formação Contínua — Primo Ferreira 🔄📘
Os estudantes do Ensino Médio avaliaram a prova como tranquila.
Reconheceram que sua preparação reflete anos de formação, e que a orientação dos professores com quem tinham afinidade deu segurança.
Desafios naturais foram citados, como ajustes didáticos e ausência docente pontual, mas o saldo foi de maturidade.
O herói compreende seu próprio acúmulo. 🎓✨
A Prova — Afonso Schmidt ⏱️📝
Os estudantes foram diretos:
A prova foi tranquila e até relativamente fácil.
Aulas dinâmicas, metodologias ativas e simulados com cronômetro fortaleceram a confiança.
OE de LP e Matemática foram decisivas, assim como materiais extras fundamentados nos descritores do São Paulo em Ação.
O herói enfrenta a prova preparado, como após um ritual de treino. ⚔️📖
O Protagonista — Tancredo Neves 🎒🌟
Com a contribuição da Coordenadora Paula, emergiu uma visão madura:
A prova foi tranquila para a maioria.
Elogios fortes às aulas de Matemática. São Paulo em Ação estruturado e eficiente.
O professor já trabalhava dicas que apareceram no Aulão SAEB.
Tarefas Digitais e Simulados conectados deram segurança, apesar do desejo por menor intensidade no cronograma.
Aqui o herói reconhece sua própria competência. 🧠✨
O Elixir — Visconde de São Leopoldo 🌈🥇
Os estudantes do 9º ano trouxeram uma síntese belíssima:
prova tranquila;
simulados às segundas como diferencial;
atenção individualizada nas OE;
metodologias ativas como sala invertida;
SP em Ação claro e útil;
Tarefas Digitais conectadas;
cansaço presente, mas superado;
confiança na hora da prova. 💛📊
O herói retorna com o elixir: a segurança conquistada. 🌟🍯
Síntese Final ✨
Após tantas escutas, a mensagem torna-se cristalina:
👉 Os estudantes se sentiram preparados.
👉 O trabalho pedagógico fez diferença real.
👉 Mesmo cansados, chegaram confiantes.
E isso é mérito direto dos coordenadores: organização, acompanhamento, escuta, orientação e olhar pedagógico cuidadoso.
Cada capítulo carrega a marca do trabalho de vocês. 🙏💛
Seguimos com Propósito 🌱
Iniciamos o SARESP com leveza, força e consciência do caminho percorrido.
Cada escola contribui para esta narrativa maior — com seu ritmo, seus desafios e sua potência.
A Jornada do Herói só existe porque caminhamos juntos. 🤝🌟
Como a EE Lincoln Feliciano uniu engajamento e recuperação de aprendizagens na transição do SAEB para o SARESP
À medida que as escolas da rede estadual entram na reta final da Jornada 90 Dias – SAEB + SARESP, o foco está na consolidação das aprendizagens e no fortalecimento do vínculo entre estudantes e escola.
A EE Lincoln Feliciano, sob a coordenação pedagógica de Jeane Barbosa, é um exemplo de como escuta ativa, protagonismo estudantil e engajamento podem transformar o processo de preparação e garantir bons resultados.
🎯 1. Escuta Ativa e Protagonismo Estudantil
Após o SAEB, a coordenadora Jeane Barbosa realizou uma Roda de Conversa com os alunos.
O objetivo foi ouvir como se sentiram na prova, quais foram as dificuldades e o que poderia melhorar.
Essa escuta trouxe resultados importantes:
Valorização do protagonismo estudantil — os alunos foram reconhecidos como parte ativa do processo;
Identificação de fragilidades e potencialidades — o diálogo ajudou no planejamento das ações de recuperação;
Reforço dos vínculos afetivos — essencial para o engajamento e a preparação para o SARESP.
Mais do que uma conversa, foi um momento de avaliação formativa, transformando a experiência da prova em oportunidade de crescimento coletivo.
⚙️ 2. Ações de Transição: do SAEB ao SARESP
Com base na escuta dos alunos e nos diagnósticos internos, a equipe da escola organizou um plano de ações integradas voltado à recuperação das aprendizagens e à motivação dos estudantes.
⚽ Interclasse de Futebol: pertencimento e motivação
O interclasse está sendo usado como ferramenta pedagógica.
A participação está associada à realização de atividades de revisão e recuperação — unindo lazer e responsabilidade.
O esperado resultado: integração, trabalho em equipe e retorno de alunos faltosos.
💻 Revisões Digitais e Personalizadas
Simultaneamente, os estudantes estão realizando atividades digitais e revisões focadas nas habilidades essenciais dos Componentes Curriculares do SARESP: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Ciências e Inglês.
Essa estratégia está fortalecendo:
A recuperação personalizada dos conteúdos;
O protagonismo do aluno no próprio aprendizado;
O uso inteligente da tecnologia como apoio pedagógico.
🤝 Busca Ativa e Acompanhamento Individual
A equipe também está mantendo o acompanhamento contínuo dos alunos com mais faltas, garantindo que ninguém fique para trás.
🧩 3. O que essas ações mostram
As estratégias da EE Lincoln Feliciano revelam uma visão integrada entre aprendizagem cognitiva e desenvolvimento socioemocional.
O interclasse funciona como ponte de reaproximação e engajamento dos alunos faltosos.
As revisões digitais colaboram com o foco nas habilidades do SARESP, sobretudo para os estudantes com excesso de faltas.
A coordenação pedagógica está atuando como articuladora, unindo engajamento, revisão e cuidado.
Essas práticas:
Tornam o aprendizado mais significativo e contextualizado;
Estimulam autoconfiança e autorregulação emocional;
Reforçam o papel da escola como espaço de pertencimento e transformação.
🔍 4. Recomendações para as Escolas da nossa URESAN - Unidade Regional de Ensino de Santos
Para fortalecer a reta final da Jornada, vale inspirar-se na experiência da EE Lincoln Feliciano:
✅ Realizar rodas de escuta com os alunos;
✅ Promover revisões curtas e dinâmicas das habilidades essenciais do SARESP;
✅ Organizar atividades integradoras (jogos, desafios, convivência, busca ao tesouro);
✅ Reforçar a Busca Ativa e o acompanhamento individual;
✅ Envolver as famílias, reforçando a importância da presença dos alunos (incluindo os Grupos de WhatsAPP).
💬 Conclusão
A experiência da EE Lincoln Feliciano mostra que avaliar, escutar e agir são etapas inseparáveis no processo educativo.
O sucesso das ações pós-SAEB e o planejamento para o SARESP comprovam que escuta, diagnóstico e engajamento são os pilares de uma educação que realmente transforma.
Mais do que preparar para uma prova, a escola prepara seus alunos para acreditar em si mesmos e persistir.
Materiais colaborativos para apoiar o 9º ano na reta final do SARESP 2025
🌟 Parceria e colaboração
Com alegria, compartilhamos simulados e atividades de História e Geografia elaborados pelas educadoras:
👩🏫 Daniely Magalhães – CGPAC de Ciências Humanas
👩🏫 Maria Eunice Gonçalves – Professora de Geografia
Esses materiais são sugestões para a Jornada 90 Dias SAEB + SARESP, fortalecendo o trabalho das escolas da URESAN com foco nas aprendizagens do 9º ano.
🧠 Sobre os simulados
As questões foram criadas com o apoio da Inteligência Artificial, com base nos níveis de proficiência do SAEB, e podem ser adaptadas ao contexto do SARESP.
Os simulados exploram:
leitura de mapas, gráficos e tabelas;
análise de textos e imagens históricas;
habilidades essenciais de História e Geografia.
📝 Como usar
Os materiais podem ser aplicados:
impressos ou projetados em sala;
em rodas de estudo ou momentos de revisão coletiva;
como simulados diagnósticos ou atividades de reforço.